quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

23-02-2008: (1a) Visita de Reconhecimento


No dia 23 de fevereiro de 2008, às oito horas da manhã teve iniciou a nossa primeira viagem com destino à comunidade quilombola Cafundó. Em pouco mais de hora de viagem pela rodovia Castelo Branco, nos deslocamos da capital paulista e chegamos à cidade de Sorocaba, que era nosso primeiro ponto de referência. De lá, sabíamos que tínhamos que ir até a cidade de Salto de Pirapora e depois à sua zona rural onde se encontra a comunidade. Resolvido o impecilho que nos confundia quando pedíamos informação: duas cidades próximas a Sorocaba com os nomes BEM parecidos - Salto e Salto de Pirapora - seguimos viagem e depois de mais alguns poucos quilômetros e chegamos a Salto de Pirapora. De lá, as informações sobre Cafundó eram mais precisas, continuamos pela rodovia e pegamos uma saída à direita. A estrada comecava asfaltada, mais alguns quilômetros depois (sabem bem ao certo a distância) o chão era de terra e cascalho. Quando vimos a primeira placa que tinha escrito 'Cafundó' nos alegramos de estar no caminho certo, agora com certeza disso. Seguimos até chegarmos num lugar que parecia uma cidadezinha (um vilarejo, melhor dizendo) abandonada, pois não parecia haver ninguém por ali. Algumas armações de madeira me lembraram as festas católicas que eu vi muito na fazenda em que nasci. Disse: "Aquilo é para festa de santo, é só cobrir as armações de madeira com lona que é feito um barracão". Continuamos um pouco por não ver ninguém até nos depararmos com uma construção muito bem feita, que em nada perdia das sedes urbanas, da "Congregação Cristã do Brasil". A imagem contrastava tanto com as primeiras que nos remetiam à religião católica quanto com as casas de tijolos e sem nenhum acabamento. Passou então um menino de bicicleta. Foi nossa primeira fonte quilombola. Ele contou à Juliana que aquilo que nos parecia casas abandonadas e astes de barracões para festa de santo era o centrinho e que já estávamos em Cafundó, cujo 'líder' era o Seu Marcos, casado com Dona Regina, que moravam ali mesmo na primeira casa que avistamos. Voltamos até lá e perguntamos por eles, quem primeiro falou conosco foi Dona Regina que foi logo nos mostrar o artesanato e falar da cultura do 'seu' povo. Ao lado da casa do casal, tinha uma construção de 'pau a pique' que relembrava como era Cafundó há algum tempo atrás. Dentro além do artesanato produzido pelos próprios moradores (pulseiras, colares, esteiras, bolsas) pudemos ver um quadro de fotos que, entre outras, tinha uma capa da Revista Veja que falava sobre a comunidade. Conversa vai, conversa vem. Dona Regina, que nasceu em São Paulo e morava em Campinas quando conheceu o marido quilombola, soube vender bem o seu 'peixe'. Respondeu atenciosamente às nossas perguntas, deixou que tirássemos algumas fotos e nos contou que, como eu pensava, aquela armação era mesmo para festa católica. Eles fazem festa em homenagem à Santa Cruz, São Benedito e Nossa Senhora Aparecida durante o mês de maio. Quando falamos que tínhamos um projeto de conclusão de curso, um trabalho acadêmico, no qual pretendíamos traçar um perfil da comunidade em que ela vivia, veio a primeira surpresa> tudo tem um preço! Teríamos que falar a respeito do assunto com seu Marcos, presidente da Associação dos Moradores, para conseguirmos autorização para entrevistar, fotografar e filmar, e essa empreitada teria um custo para nós o qual deveria ser visto diretamente com o marido. Nessa hora, reaparece o Seu Marcos, que tinha aparecido no começo somente por tempo suficiente para dizer: "podem ver o artesanato (que é vendido por eles) sem nenhum compromisso, que eu tenho algumas coisas pra fazer e já volto" (essa era a deixa para Dona Regina entrar e nos 'apresentar' a Cafundó). Voltou e nos fez saber que além de mandar o projeto por escrito para Dona Regina, como ela já havia dito, teríamos que dar uma 'contribuição' de trezentos reais para a 'comunidade' representada por ele mesmo. Depois de eliminadas nossas tentativas de parcelar o pagamento ou mesmo pagar uma parte em alimentos, aceitamos (por falta de opção) a proposta de Seu Marcos e concordamos em trazer o dinheiro na próxima visita.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Primeiro passo

A nossa idéia para o TCC é uma reportagem multimídia sobre o quilombo de Cafundó. Uma população de descendentes de escravos que vive na região de Sorocaba, e portanto, sofrendo as influências da cidade e tentanto, de alguma forma, manter parte de sua cultura. Agora é por a mão na massa e os pezinhos na lama

Já temos um pré-projeto aprovado, agora vem a parte mais difícil: torná-lo um projeto de fato.

PARECERISTA: Daniela Ramos
Avaliação: aprovado, com recomendações
O grupo demonstrou no pré-projeto já ter o mínimo de pesquisa e conhecimento sobre o assunto tratado, no caso, a comunidade quilombola “Cafundó”. Também demonstram ter feito uma pesquisa básica de bibliografia e sites pertinentes ao assunto e formato do projeto, uma reportagem multimídia. A recomendação principal que deixo ao grupo é a seguinte:
- É a primeira vez que a Cásper aprova a realização deste formato, novo no webjornalismo, chamado “reportagem multimídia”. Por isso, o grupo precisa estar sempre consciente de que está tratando com um formato muito novo e de que será necessário um apoio especializado. Por isso, recomendo veementemente que, além do orientador, Prof. Celso Unzelte, marquem no mínimo duas reuniões por semestre com a Prof. Fabiana Zanni, em momentos-chave de definições técnicas quanto aos formatos e linguagens da reportagem multimídia. O Prof. Celso já tem experiência com o assunto proposto e já orientou projetos de web, como o bem-sucedido Play Off – portal de basquete (procurem-no na Biblioteca: trata-se do primeiro portal feito na Faculdade – http://www.playoff.com.br), mas como parecerista entendo também que seria altamentre proveitoso o olhar da Prof. Fabiana em momentos de definição técnica do produto.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

PRÉ-PROJETO




Título do projeto: A história de Cafundó – A vida em uma comunidade quilombola.


Nome(s) do(s) aluno(s): Juliana Mir Tonello – período: noite
Pedro Araújo – período: noite
Lilian Gomes – período: noite
Kamilla Bandeira – período: noite

Orientador: Celso Unzelte

Objetivos gerais e específicos:

A proposta deste pré-projeto é colocar em perspectiva as comunidades agrícolas alternativas do Brasil, tomando como foco o espólio dos escravos, que formaram seu próprio reduto de subsistência e que hoje em dia encontram-se ameaçados pelo sistema latifundiário vigente e pelo descaso dos governantes. Para tal, tomaremos como base uma comunidade específica, que passa por tais problemas.
A comunidade quilombola escolhida para pesquisa é a de Cafundó, localizada no município de Salto de Pirapora, no estado de São Paulo. Nela vivem atualmente dezoito famílias e destaca-se por manter um dialeto, de origem africana, denominado cupópia ou falange, que ainda hoje é falado pelos membros mais antigos da comunidade. A partir de 1978, essa característica cultural da comunidade despertou interesse de jornalistas, pesquisadores e ativistas de movimentos sociais. Porém, Cafundó não permaneceu intocada ou isolada, uma vez que, assim como outras comunidades quilombolas, ainda sofre com as invasões de suas terras e luta para ter seus direitos garantidos.
As comunidades quilombolas são mais de duas mil em todo o Brasil, porém, a maioria delas não é reconhecida como tal (ao contrário dos indígenas que têm legislações próprias). Muitas delas sofrem com a ação de posseiros, estabelecimento de monoculturas ou com pessoas do povoado que acabam saindo do campo rumo às cidades, vendendo suas terras para grandes agricultores e enfraquecendo o sistema de agricultura familiar.
Muitas dessas comunidades rurais tradicionais, na qual estão inseridas aquelas que são remanescentes quilombolas, desapareceram em função desses e outros fatores que mudaram as características do espaço agrário brasileiro. Junto com elas somem também os costumes, crenças e demais traços culturais dos ex-escravos, além de diminuir a diversidade cultural, biológica e socioeconômica do campo brasileiro.
Devido à usurpação de seu território, os descendentes de quilombola de Cafundó contam com uma área reduzida, o que dificulta a produção agrícola e a geração de renda. As plantações são destinadas apenas ao consumo interno, nas quais produzem, principalmente, feijão, milho e mandioca. E também, dedicam-se à criação de gado, galinhas e porcos. Por falta de opção, a maior parte dos moradores trabalha como empregados fixos ou diaristas em propriedades da região, nas ocupações de pedreiros, jardineiros, caseiros e cortadores de eucalipto.
O objetivo deste trabalho é traçar um panorama geral da comunidade Cafundó, contando sua história e os diversos aspectos de sua realidade atual, como cultura, economia, condição social e política. Haverá atenção especial à questão da regularização da posse das terras de Cafundó, já que, a comunidade, originariamente formada por 218 hectares de terra, atualmente compreende apenas 21.
Cafundó é alvo de invasões por fazendeiros desde a década de 1970, num processo que resultou em mortes de ambas as partes. Para garantir seus direitos, em 1972, a comunidade moveu na Justiça uma ação de usucapião, que foi contestada por um fazendeiro da região. Apenas em 1976, conseguiu a posse dos 21 hectares que ocupa atualmente.
Além de não compreender todo o seu território, a área não é suficiente para garantir a autonomia socioeconômica da comunidade. Em 1990, o Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico de São Paulo (CONDEPHAAT) tombou 8 hectares de Cafundó. Em 1999, teve início o processo de regularização dessas terras pela Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo "José Gomes da Silva" (ITESP). Segundo levantamento do ITESP, o território do Cafundó encontra-se totalmente sobreposto a domínios particulares. Em 2004, o Incra abriu processo para regularizar as terras do Cafundó. Em 14 de junho de 2006, o presidente do Incra, por meio da Portaria 235, reconheceu o território de Cafundó com 218,4462 hectares.

Justificativa:

A primeira justificativa para que este trabalho seja realizado surge de seu formato. Com a revolução digital acontecendo e a tendência para a convergência dos meios de comunicação, a reportagem multimídia seria a mídia mais adequada para a realização deste projeto, pois permite a interatividade entre áudio, vídeo e texto, sem que um ou outro suplante ao outro em termos de destaque.
Com a mídia escolhida, precisávamos estabelecer o tema a ser tratado. O desejo do grupo era encontrar um tema social relevante, que fosse amplo o suficiente para ser desdobrado em várias subdivisões que estivessem ligadas continuamente a uma linha mestra. Por isso, escolhemos abordar os aspectos da comunidade quilombola Cafundó.
A idéia é tratar os aspectos da comunidade sob um olhar político-social crítico, que abordaria, de maneira específica, temas como a questão agrária, injustiça social, educação precária, entre outros. Entendemos que, ao fazer isto, abordaremos dois aspectos importantes: relevância e experimentação. A relevância do tema se dá pela importância do esclarecimento, não só da questão agrária, mas também da realidade dos descendentes dos escravos, em geral excluídos brasileiros. Pretendemos mostrar como esta comunidade sobrevive, mantendo sua cultura, estilo de vida e trabalho, além do que é feito, pelas autoridades ou por organizações não-governamentais.
A experimentação reside no fato de a reportagem multimídia ser um modelo jornalístico ainda não muito explorado pela grande imprensa brasileira, e cujo conceito ainda não é muito conhecido. O formato consiste em fazer uma página interativa de fácil navegação, que contenha vídeos, entrevistas, áudios, álbum de fotos e textos curtos que convergem todos para o mesmo fim: ilustrar o tema desejado. Com efeito, o grupo espera tratar a questão da comunidade quilombola Cafundó desta maneira: com uma visão ampla, objetiva e crítica da realidade deste povo, que não deixa de ser também a realidade do Brasil.

Delimitação do assunto:

Com a realidade do sistema agrário brasileiro em vista, o grupo pensou em abordar o tema de modo que ficasse delineado, de maneira profunda e específica, as nuances da briga pela terra e as alternativas que os desfavorecidos encontraram para saírem da margem e produzir seus bens de modo independente da indústria latifundiária.
Escolhemos o formato de reportagem multimídia que permite uma abordagem interativa maior e a convergência das mídias. A intenção é apresentar imagens de entrevistas, situações e ambientes da comunidade Cafundó, além da disponibilização de fotografias e áudios que servirão para dar o panorama do que é este povoado. Haverá, portanto, a necessidade de pesquisar estudos, livros e reportagens do que já foi publicado sobre o tema, e também sobre a comunidade em questão.
A abordagem será pelo viés político-social, com a cultura ficando em segundo plano. Isto porque achamos que a temática escolhida rende mais se tratada sob os dois primeiros aspectos. A questão agrária brasileira é algo que comprovadamente gera discussão sobre a maneira com a qual os grandes fazendeiros tratam os excluídos e como aqueles que tentam chegar à sua alternativa correm o risco de serem absorvidos pelo sistema latifundiário.
Neste sentido, a comunidade Cafundó será abordada sob seus aspectos políticos. Também será foco a qualidade de vida do povoado, mortalidade infantil, infra-estrutura e história. A cultura, embora tenha um papel secundário nesta pesquisa, também terá seu espaço. Verificaremos o que restou da influência dos ascendentes africanos, em termos de costumes, comidas típicas e religiosidade, e o que foi incorporado da cultura ocidental cristã, além do que eles mesmos desenvolveram.

Projeto editorial:

A reportagem multimídia será feita de maneira que possa ser veiculada em um portal de notícias. Buscamos, assim, fazer uma reportagem direcionada a uma empresa que tenha uma abertura para um conteúdo diferente das notícias rápidas que geralmente são destinadas aos portais. O site deve ter como missão levar ao público algo mais aprofundado sobre o tema “comunidades quilombolas”.
O público alvo dessa reportagem é o público adulto que busca na Internet matérias sobre conteúdos que envolvam sociedade, meio ambiente ou história. Já que a história e a atual situação dessas comunidades envolvem não apenas quem tem interesse pela região onde elas se situam, mas são elas também parte do processo de formação de nosso país.
O formato presumido é de uma página inicial que tenha um blog e outras quatro combinações diferentes de mídias: abertura com vídeo e música, álbum de fotos com áudio, vídeo principal com legendas e textos com links para arquivos de áudio.

Procedimentos metodológicos e técnicos:

A metodologia adotada será, em primeiro lugar, pesquisar tudo o que já foi publicado sobre o assunto em outros trabalhos de conclusão de curso, em sites, bibliotecas e arquivos das empresas de mídia brasileira. Após a pesquisa, será feita visita ao local para as entrevistas e filmagens. Faremos o roteiro de filmagem e de entrevistas e, então, visitaremos mais duas ou três vezes o local. Após as imagens e pesquisas no local, conversaremos com especialistas sobre o assunto para termos na reportagem um panorama geral do que acontece não apenas na comunidade quilombola registrada, mas em tantas outras que existem no Brasil. Além dos especialistas teremos entrevistas com os moradores da comunidade, que contaram a História de Cafundó através de suas histórias, tornando-se assim personagens da reportagem. Para tal registro, será utilizada uma câmera Mini-DV e um gravador de voz. A edição do vídeo e do áudio será feita na Faculdade Cásper Líbero, com a ajuda de profissionais da instituição. Montaremos o mapa de navegação da página de Internet que abrigará a reportagem, que terá a construção feita com a ajuda de um profissional da área, com base em layout desenvolvido pelo grupo. Os quatro componentes do grupo participarão de todas as etapas.


Cronograma de desenvolvimento:

Cronograma: Estrutura Analítica

Reportagem Multimídia:
Comunidades Quilombolas
Apuração 1
Estru-
tura
Apuração 2
Decu-
pagem
edição
Adaptação à mídia
Montagem da página
Pesquisa
Planeja-
mento

Bibliografia A Estrutura F Pré-entrevis- Novas ne- Novas entre- Vídeo O Vídeo Q T Layout V1
Iconografia B Equipa – tas J cessidades L vistas N Áudio P Áudio R Apresenta-
Web C mento G Avaliação da Divisão de Fotos S coes V2
Pesquisa no Entrevistas H apuração K mídias M Hospedagem V3
Local D Agendamen-
Imprensa to I
/livros E



Legenda – Tempo para cada atividade:

A – Pesquisa em livros 2 semanas
B – Pesquisa em vídeo 2 semanas
C – Pesquisa em Internet 1 semana
D – Pesquisa in loco -
E - Pesquisa imprensa 2 semanas
F – Planejamento Estrutura 1 semana
G – Planejamento Equipamento 1 semana
H – Planejamento Entrevistas 1 semana
I – Agendamento 1 semana
J – Pré – Entrevistas 1 semana
K – Avaliação da apuração 1 semana
L – Novas necessidades 1 semana
M – Divisão de Mídias 1 semana
N – Apuração II 1 semana
O – Decupagem Vídeo 3 semanas
P – Decupagem Áudio 3 semanas
Q – Edição Vídeo 3 semanas
R – Edição Áudio 3 semanas
S – Edição Fotos 3 semanas
T – Adaptação à mídia 3 semanas
V – Montagem 2 semanas
V1 – Layout 2 semanas
V2 – Apresentações 2 semanas
V3 – Hospedagem 2 semanas
Total: aproximadamente 42 semanas

Bibliografia básica:

Livros

MIELNICZUK, Luciana. Considerações sobre interatividade no contexto das novas mídias. In: PALACIOS, Marcos; LEMOS, André (org.). Janelas do Ciberespaço. Porto Alegre: Sulina, 2001.

ALLAN, Stuart. Online News: Journalism and the Internet. New York: Open University Press, 2006.

PALACIOS, Marcos. MACHADO, Elias. Modelos de Jornalismo Digital. Salvador: Salamadra, 2005

LEVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Editoria 34, 1997

REINGHOLD, Howard. Comunidade Virtual. Lisboa: Presença, 1997

MIRALES, Rosana. A identidade quilombola das comunidades de Pedro Cubas e
Ivaporunduva. Dissertação de Mestrado: Programa de Ciências Sociais da Pontifícia
Universidade Católica de São Paulo, 1998.

FRY, Peter & VOGT, Carlos. Cafundó - A África no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. SCHMITT, A. & TURATTI, M. C. M. "Relatório Técnico-Científico sobre a Comunidade de Quilombo do Cafundó/Salto de Pirapora - SP". ITESP, São Paulo, dezembro de 1999.

CARRIL, Lourdes. Terras de negros: herança de quilombos. São Paulo: Scipione, 1997.

CHASTAN, Lita, CHASTAN, Caroline e CHASTAN, Christine. São Paulo, litoral norte: caiçaras e franceses. 1992.

MOURA, Clóvis. Quilombos – Resistência ao Escravismo. São Paulo: Ática, 1987.

OLIVEIRA, Leinad Ayer de. Quilombos: A Hora e a Vez dos Sobreviventes. São Paulo: Comissão pró Índio, 2001.

REIS, João José e GOMES, Flávio dos Santos. Liberdade por um fio: história dos quilombos no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.

O'DWYER, Eliane Cantarino. Quilombos: identidade étnica e territorialidade. Rio de Janeiro: FGV, 2002.

SCHMITT, Alessandra. Relatório Técnico-Científico sobre a Comunidade da Caçandoca. São Paulo: Itesp, 2000.


Sites

http://journalism.berkeley.edu/projects/mm/reporting/

http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=311ENO002

http://www.inms.umn.edu/elements/

http://journalism.berkeley.edu/multimedia/CyberJournalist.net (Jonathan Dube)
http://www.cyberjournalist.net/

http://www.interactivenarratives.org/

www.cpisp.org.br/comunidades/

http://www.pnud.org.br/raca/reportagens/index.php?id01=907&lay=rac

Outros:
_______________, Diário Oficial da União. Brasília: Imprensa Oficial, 07 de junho de 2005.