quinta-feira, 10 de abril de 2008

“Cafundó- África no Brasil”


Bom, pessoal, tenho alguns apontamentos que gostaria de dividir com vocês...

....................................................................Capítulo 1: A "descoberta" do Cafundó

Neste primeiro capítulo, eles começam a contar que no final da década de 70, jornalistas e pesquisadores descobriram que havia esta comunidade tão próxima da capital paulista que ainda mantinha costumes africanos e, principalmente, a questão da língua. Citam algumas publicações e alguns jornalistas que eu tomei nota para o caso de querermos procurar...

>>Jornal Cruzeiro do Sul - 10-03-78
>>O Estado de S. Paulo - 19-03-78
>>Jornal da Tarde
>>Folha de S. Paulo
>>Revista Veja
>>Revista Istoé
>>Fantástico
>>Jornalistas que foram até lá: Benê Cleto, Sérgio Coelho

Personagens que temos de descobrir qual o grau de parentesco com quem ainda vive lá:
- Otávio Caetano (era o “líder” da comunidade na época, ver o que ele é do Marcos...)
- Assis Pires (na época tinha 13 anos e era o professor quando o Mobral fundou uma escola por lá, a Lurdinha nos mostrou a casa de um Assis, temos que ver se é ele...)

*Neste livro falam também que foi feito um documentário por um tv japonesa sobre Cafundó (podíamos tentar descobrir algo sobre isso)

Também falam de entidades que se envolveram com a comunidade (teríamos que checar se ainda têm alguma relação com Cafundó, se ajudaram, etc) :

- Comissão de Justiça e Paz em SP;
- Movimento Negro Unificado (MNU) – Hugo Ferreira da Silva: advogado, negro, integrante do MNU, que verificou na época a questão da terra);
- Clube Social 28 de Setembro (de Sorocaba) – presidente na época: Jorge Matos;
- Rotary Clube de Sorocaba;
- Museu do Folclore de S.P.;
- Centro de Estudos Africanos da USP;

>>Textos sobre Cafundó:

- “O charme discreto de Cafundó”, texto de Waterloo José Gregório da Silva, do Instituto de Artes da Unicamp.
- Tese de mestrado na Puc – Sorocaba, com o título “Cafundó”, autora: Clélia Noronha, área de Arquitetura.

- Abdias do Nascimento lança na Puc o Instituto de Pesquisa e Estudos Afro-Brasileiros (Ipeafro), e inclui “Cafundó” no seu projeto básico de pesquisa sobre “Quilombos Contemporâneos”

>> João Mercado Neto (de Sorocaba) – ensinou o pessoal do Cafundó a fabricar tijolos de cimento.

>> Na Conferência na Usp, em 12-09-80, Gehard Kubik fala sobre Cafundó.

>> “Congressos Afro-Brasileiros” – 1934, no Recife e 1937, na Bahia (e depois? nunca mais teve?)

- Outros textos:

- “Extensionen Afrikanischer Kulturen in Brasilien” (Gehard Kubik, 1981)

- “The myth of the negro past” (Herskovits, 1941, EUA)

- “Os africanos no Brasil” (Nina Rodrigues, 1888)

- Revista Istoé (No 73, 17-05-78 : 46)

>>> Outra coisa que eu achei interessante, que nós até poderíamos utilizar, é o que chamam de Paradoxo de Expectactiva:

“Nascido da incompatibilidade, mais epistêmica e deôntica do que propriamente factual, entre desenvolvimento econômico e complexidade social, de um lado, e conservação de traços culturais sem nenhuma razão estrutural de ser ao menos aparente, de outro, este paradoxo explicaria a ênfase dada à “descoberta” do Cafundó, sobretudo quando se pensa em outras comunidades com características semelhantes espalhadas pelo Brasil e também já ‘descobertas’ ”

E isso foi só o primeiro capítulo...


..........................................................................Capítulo 2: “Histórias do Cafundó”

Neste capítulo, os autores tentam provar a legitimidade da doação das terras, buscando por documentos de doações feitos mais de cem anos antes.

Verificam registros de doações de terras a escravos e traçam as árvores genealógicas dos moradores do Cafundó, através dos registros de posse de escravos, e pela árvore genealógicos dos senhores vão verificando quem são seus escravos para traçar a árvore genealógica destes últimos.

É um texto longo, complicado e com poucas conclusões factuais. Enfim, acho que não tem nada que possamos aproveitar deste capítulo.
..............Capítulo 3: O mundo social e cultural do Cafundó: estrutura e estratégia

Neste terceiro capítulo, o livro já traz algumas informações mais relevantes para nossa reportagem e que podem até nos ajudar quando formos preparar as perguntas para as entrevistas que vamos fazer com os moradores.

Ele define a estrutura espacial da comunidade de acordo com as duas famílias (Almeida Caetano e Pires Cardoso), o que , como vimos, ainda acontece hoje em dia.

1º Conjunto de casas: descendentes de Ifigênia (Almeida Caetano), católicos

2º Conjunto de casas: descendentes de Antônia (Pires Cardoso), protestantes (Congregação – não entendo muito dessa religião, mas os autores do livro falam que são protestantes e da Congregação Cristã do Brasil – alguém de vocês saber se é assim mesmo?)

>>> Importante: Nessa parte ele fala que uma mulher chamada Maria Augusta (irmã de Otávio Caetano) é mãe de três filhos: Adauto, Juvenil e Marcos. (ou é muita coincidência ou é a mãe do Marcos, não era Juvenil o nome do irmão dele? – e aí se for o mesmo Marcos, tem mais história ainda pra contar, pq nesse livro conta que o Marcos, Adauto e Noel, sobrinhos de Otávio, mataram um homem chamado Benedito de Souza, em 18-07-78, quando este tentava cercar com arame farpado um pedaço de terra da comunidade, por ordem do fazendeiro Fuad Marum (no livro também citam que a notícia saiu no Jornal da Tarde)

Em seguida, é traçado um paralelo entre as duas famílias, da seguinte forma:

Almeida Caetano x Pires Cardoso

Cigarra Formiga
“Vagabundos” “Trabalhadores”
Embrulhões Honestos
Falam a falange Não falam
Não-aliança com o poder local Aliança
Católicos Crentes
Emprego esporádico Emprego regular
“Autonomia” “Dependência”

APÓS A “DESCOBERTA” DO CAFUNDÓ POR JORNALISTAS E PESQUISADORES, A RELAÇÃO DAS DUAS FAMÍLIAS MUDA À MEDIDA EM SE RELACIONAM DE DIFERENTES FORMAS COM O ‘PODER LOCAL’ E O ‘PODER DISTANTE’ (que são os próprios jornalistas, pesquisadores e pessoas que se interessaram pela comunidade)

Poder Local
Almeida Caetano Pires Cardoso

Autônomos Dependentes
Valor negativo Valor positivo(estigma) (eleição)

Poder Distante

Almeida Caetano Pires Cardoso

Dependentes Autônomos
Valor Positivo Valor negativo
(eleição) (estigma)
Aliança Indiferença



Outra observação que é feita é a de que o papel social da falange (“língua africana”) está relacionado com o aspecto ritual de seu uso; seria como um mecanismo compensatório ou espaço mítico.

Por último, os autores deste livro afirmam que a chegada do Mobral e do Pró-Nutri aproximou as duas parentelas. (E dá aqui o nome dos pais do “menino professor” Assis Pires (13) filho de Pedro e Judite Pires.

...Capítulo 4: A “língua africana” do Cafundó: vocabulário e formas de expressão

Neste capítulo, na minha opinião, também não tem muita coisa que possamos aproveitar não... ele explica a formação desta língua, citando todas as palavras existentes (o que pode ser útil se quisermos colocar um link para “dicionário do Cafundó”, já que já tem uma lista de todas as palavras e sinônimos em português)

Aí eles fazem uma análise muito complexa, quase um estudo linguístico, gramatical, porque não tem muitos verbos, ai colocam verbos em português no meio das frases; também que muitas palavras são formadas por outras duas para formar um terceiro significado e como fazem isso, etc.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Anotações sobre o livro Modelos de Jornalismo Digital

O livro Modelos de Jornalismo Digital, organizado por Elias machado e Marcos Palacios, apesar de escrito em 2003, trás um bom panorama do web jornalismo através de artigos escritos, em geral, por professores da Universidade Federal da Bahia.

Destaca-se o jornal A Tarde on-line (que tem uma seção chamada Interatividade) e a reportagem multimídia Maracangalha.com, feita como TCC na UFBA (está fora do ar...), da qual Beatriz Ribas, dedica boas páginas todo o processo de produção.

No texto sobre essa reportagem multimídia, Beatriz conta que ao decidir reunir informações sobre uma comunidade, sua história, personagens, conhecimentos recentes e perspectivas, prestando um serviço aos representantes de um movimento que defende sua revitalização (a cidade de Maracangalha parece ter uma situação tão precária quanto o Cafundó) tornar o material acessível na web foi a melhor solução. "A Internet potencializa o acesso e o armazenamento do registro documental."

Diferentemente dos documentários tradicionais, um web documentário oferece ao usuário uma estrutura multidimensional de informações interconectadas além de não ter como tempo de vida só o tempo de exibição, mas sim, ser vivo e em constante modificação.

A metodologia para produção de Maracangalha foi dividida em 6 etapas (bem parecidas com a maneira como estruturamos nosso projeto):
- Pesquisa: busca de informações, adequação do conteúdo que foi reunido de acordo com a proposta, identificação dos formatos possíveis para apresentação, levantamento do investimemento que pode ser feito e o tipo de tecnologia que será usada. Com o material colhido, define-se quem serão os participantes: editores, webdesigners, fotógrafos...
- Arquitetura da informação: o site Maracangalha foi estruturado com 6 páginas que simbolizavam os lugarem mais importantes da vila, além das seções Posto de Informação, Imprensa, Guia de Navegação e Créditos
- Conteúdo: pensar, por exemplo, como os vídeos serão carregados, como os textos serão divididos
- Vídeo: Como Internet exibe uma resolução baixa, fizeram vídeos de até 2 min (seria uma solução pra gente, enquanto abre um infográfico no meio do vídeo, ele carregar a continuação do vídeo?), tiveram que digitalizar todas as fitas e realizar poucos movimentos nas filmagens para que, em baixa resolução, o vídeo não ficasse distorcido
- Áudio: entrevistas importantes ganahm o mesmo valor, mesmo estando apenas em áudio. eles editaram com Sound Forge 4.5
- Projeto Gráfico: utilização de elementos visuais que caracterizavam a vila (placas, casas, roupas...)

Os organizadores do livro falam de elementos que caracterizam o web jornalismo são:
-multimidialidade/convergência
-interatividade
-hipertextualidade
-customização de conteúdo/ personalização
-memória (a capacidade de armazenamento de informações na web/ arquivos)
-Instantaneidade/ atualização contínua

Luciana Mielniczuk no artigo "Sistematizando alguns conhecimentos sobre jornalismo na web", fala que "as reportagens especiais para web são geralmente dispostas de maneira permanente e cumulativa, por vezes, lembrando até um caráter enciclopédico".

Por fim, Lia Seixas, no artigo Gêneros Jornalisticos Digitais: critérios para definir os produtos do webjornalismo, diz que esses critérios são: interação (tipo de relação entre interlocutores), autoria, recepção (horizonte de expectativas), contrato social (ato de leitura), linguagens , tempo, formato e mídia.


Na bibliografia utilizada nesses artigos há outras referências para nós:
Roger Black - Websites que funcionam
Arlindo Machado - Hipermídia: o labirinto como metáfora
Gilberto Prado: Sites na web: considerações sobre design gráfico e a estrutura de navegação
Bardoel e Deuze: http://www.firstmonday.org/issues/issue6_10/deuze/ (procurar livro)
André Manta - Guia de Jornalismo na Internet: (http://www.facom.ufba.br/pesq/cyber/manta/guia/)
http://www.msnbc.msn.com/
André Lemos - Andar, clicar e escrever hipertextos (www.facom.ufba.br/hipertexto/andre.html )

segunda-feira, 17 de março de 2008


Principais trechos do livro Multimidia, de Sérgio Bairon.
- Na apresentação, Valéria Burgos (diretora executiva da ABMídia - Associação Brasileira dos Produtores e Usuários de Multimídia), define o formato como: "uma linguagem diferente para divertir, educar, motivar, emocionar, informar, orientar, enfim, comunicar".
Sérgio Bairon faz uma retrospectiva, mostrando que os antecessores da multimídia são as interfaces e interatividades ocorridas entre os meios de comunicação e não um certo meio em si. "A multimídia não é apenas um show tecnológico, mas a possibilidade definitiva de síntese de toda a tecnologia da comunicação."
Interargir é a palavra. No nosso caso podemos pensar em uma área que o leitor cadastre seu e-maile receba nele um aviso quando aquela notícia for atualizada, uma área para ele baixar fotos em alta resolução, ter uma área de contato direto entra leitor e entrevistado, etc.
Bairon completa o pensamento dizendo que "é justamente a interação dos meios, somada ao mesmo fenômeno no sentido inter-humano, que irá romper com a estrutura unidirecional de interpretação dos meios como potencialidades de dominação e utilitarismo da linguagem". As intermídias ou multimídias detonam o modelo linear de informação (emissor-receptor), atacando neste as características que procuram satisfazer as características do receptor, como nas posturas conotativas, frutos de um sitema estático de comunicação.
O escritor cita ainda Pierre Lévy, que afirma que o hipertexto nada mais é do que um conjunto de nós, ligados por conexões. E é nesse hipertexto que o teórico vê "a ajuda ao raciocínio, à argumentação, à discussão, à criação, à organização, ao planejamento, etc".

Conversa com a Fabiana Zanni

Como nossa professora de Novas Tecnologias no 3º ano e indicada pela Daniela, coordenadora de TCCs da Cásper, como boa conhecedora de reportagens multimídias, conversamos com a Fabiana Zanni sobre o formato do nosso TCC.

Em primeiro lugar, nos foram sugeridas como exemplos as reportagens abaixo:
"O site do El Pais é um dos mais elogiados na produção de gráficos multimídia. A cobertura do acidente aéreo da TAM rodou o mundo:
http://www.elpais.com/graficos/internacional/Accidente/aereo/Brasil/elpgraint/20070718elpepuint_1/Ges/
Vocës podem ver mais exemplos em:
http://www.elpais.com/graficos/

No Brasil, os exemplos são mais modestos. Vejam dois finalistas do Prêmio Herzog de Jornalismo:
http://www2.uol.com.br/JC/sites/indios/
Boa edição. Explora bem as possibilidades da mídia, mas integração do material multimídia ao texto deixa a desejar.
http://www2.uol.com.br/JC/sites/limites/index.html
Trabalho semelhante ao anterior. Melhor edição e aproveitamento do conteúdo multimídia."

Ela diz que a principal dificuldade de quem faz reportagem multimídia hoje é linkar as midias dentro da reportagem. Não só disponibilizar as mídias na página, mas fazer uma ligação entre elas.

Quanto ao roteiro, teremos que fazer o roteiro da reportagem inteira (confirmaremos ainda com a Daniela): que narrativa vai abrir primeiro, onde a pessoa pode clicar, o que vai ser detalhado/aprofundado, como isso vai ser feito...

Outras dicas que ela deu: não colocar vídeo como abertura (como na reportagem Los Amores, do El Clarin), porque quem nao tem banda larga ou nao quer ver video, acaba desistindo de toda a reportagem.

Entre as opções album de fotos ou foto-reportagem, ela sugeriu um album de fotos que tenha a opção slide show. Como interatividade, ela frisou só ser pertinente colocarmos algo interativo (um jogo, uma enquete, um quiz...) se for algo importante como informação.

No formato de abertura dos vídeos ela sugeriu usarmos na mesma tela o video e o texto ao lado, talvez com as pausas do video para leitura, como no infográfico do acidente aéreo do link que ela passou.


*Estamos agora com a responsabilidade de vermos com alunos de Rádio e TV se alguém se disponibiliza a ir com a gente filmar e se os câmeras da cásper também têm a possibilidade de passar o sábado de manhã filmando no Cafundó.

Calendário geral para TCCs de 2008

Projetos Experimentais - (12/02/2008)

Calendário geral para TCCs de 2008

Fique atento aos prazos determinados pela coordenadoria

Inscrições: dia 11 de fevereiro, das 19h às 21h; dia 15 de fevereiro, das 10h às 11h30.
Divulgação dos projetos aprovados: dia 26 de fevereiro, por e-mail (serão usados os endereços informados no ato da inscrição do TCC) e no site.
Nova data de inscrição para alunos que tenham seus projetos reprovados: 3 de março, das 19h às 21h e 4 de março, das 10h às 12h.
Divulgação final da lista de projetos inscritos: dia 10 de março, no site.
Entrega das notas do 1° bimestre: dia 28 de abril. Obs: As avaliações serão feitas bimestralmente pelos professores-orientadores, que deverão encaminhar as notas à Coordenação de Projetos Experimentais e comunicá-las diretamente a seus orientandos.
Entrega das notas do 2° bimestre (Qualificação): dia 20 de junho
Entrega das notas do 3º bimestre: dia 26 de setembro.
Prazo final para a entrega dos projetos que serão encaminhados às bancas examinadoras:dia 3 de novembro, das 8h30 às 11h, e das 19h00 às 21h30.
Realização das bancas: De 13 a 16 de outubro e de 13 a 28 de novembro
PLANTÕES DA PROFª. DANIELA RAMOS/PROF. HEITOR FERRAZ: Segundas-feiras, das 19h às 21h. Sextas-feiras, das 10h às 11h30. Na coordenadoria de Jornalismo (Sala Marcos Faerman - 5º andar)

sexta-feira, 14 de março de 2008

NOVO CRONOGRAMA


Conforme ficou combinado hoje, segue abaixo o nosso novo cronograma até o final do semestre.

04-04 >> ORIENTAÇÃO >> Levar para discussão o mapa da reportagem.
P.S.: A bibliografia deve ser toda lida até esta data (para isso precisamos dividir os livros e sites que faltam)

05-04 >> VIAGEM AO CAFUNDÓ >> Esta será nossa 2a visita à comunidade, na qual pretendemos fazer já a maior parte das entrevistas e imagens (para isso, não podemos esquecer: câmera fotográfica da Cásper, gravador da Kamila (e de quem mais tiver), a mini-dvd (já verificar aluguel para esta data) e muitas pilhas, fitas, e baterias, não podem faltar!)

18-04 >> ORIENTAÇÃO >> Levar roteiro do trabalho para discussão e alterações.

09-05 >> ORIENTAÇÃO >> Retorno e discussão sobre roteiro.
=
=
VIAGEM
Entre estas duas orientações teremos outra visita ao Cafundó, que será no dia da Festa Religiosa deles, em data a ser verificada
=
=

30-05 >> ORIENTAÇÃO >> Levar roteiro (s) do (s) vídeo (s) para discussão e alterações

13-06 >> ORIENTAÇÃO >> Retorno de alterações dos roteiros e discussão

20-06 >> Só entregar a pré-qualificação para Unzelte ----- Roteiro e mapa de navegação

27-06 >> Unzelte dará a nota da pré-qualificação (e nós estaremos, enfim, de férias)

quarta-feira, 5 de março de 2008

Bibliografia


Caros colegas de grupo, queria lembrá-los de que temos que acabar esta parte de leitura e pesquisa em livros e sites o quanto antes, para isso, estou colocando a bibliografia aqui novamente para vermos o que falta e dividirmos...

Como sabem, estou lendo o livro Cafundó, e JU e Kamila também estão (ou já leram) um livro cada sobre o formato...

E vamos em frente, que atrás vem gente...rs.

Bibliografia básica:

Livros

MIELNICZUK, Luciana. Considerações sobre interatividade no contexto das novas mídias. In: PALACIOS, Marcos; LEMOS, André (org.). Janelas do Ciberespaço. Porto Alegre: Sulina, 2001.

ALLAN, Stuart. Online News: Journalism and the Internet. New York: Open University Press, 2006.

PALACIOS, Marcos. MACHADO, Elias. Modelos de Jornalismo Digital. Salvador: Salamadra, 2005

LEVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Editoria 34, 1997

REINGHOLD, Howard. Comunidade Virtual. Lisboa: Presença, 1997

MIRALES, Rosana. A identidade quilombola das comunidades de Pedro Cubas e
Ivaporunduva. Dissertação de Mestrado: Programa de Ciências Sociais da Pontifícia
Universidade Católica de São Paulo, 1998.

FRY, Peter & VOGT, Carlos. Cafundó - A África no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. SCHMITT, A. & TURATTI, M. C. M. "Relatório Técnico-Científico sobre a Comunidade de Quilombo do Cafundó/Salto de Pirapora - SP". ITESP, São Paulo, dezembro de 1999. >>>>>>>LILIAN ESTÁ LENDO

CARRIL, Lourdes. Terras de negros: herança de quilombos. São Paulo: Scipione, 1997.

CHASTAN, Lita, CHASTAN, Caroline e CHASTAN, Christine. São Paulo, litoral norte: caiçaras e franceses. 1992.

MOURA, Clóvis. Quilombos – Resistência ao Escravismo. São Paulo: Ática, 1987.

OLIVEIRA, Leinad Ayer de. Quilombos: A Hora e a Vez dos Sobreviventes. São Paulo: Comissão pró Índio, 2001.

REIS, João José e GOMES, Flávio dos Santos. Liberdade por um fio: história dos quilombos no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.

O'DWYER, Eliane Cantarino. Quilombos: identidade étnica e territorialidade. Rio de Janeiro: FGV, 2002.

SCHMITT, Alessandra. Relatório Técnico-Científico sobre a Comunidade da Caçandoca. São Paulo: Itesp, 2000.


Sites

http://journalism.berkeley.edu/projects/mm/reporting/

http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=311ENO002

http://www.inms.umn.edu/elements/

http://journalism.berkeley.edu/multimedia/CyberJournalist.net (Jonathan Dube)
http://www.cyberjournalist.net/

http://www.interactivenarratives.org/

www.cpisp.org.br/comunidades/

http://www.pnud.org.br/raca/reportagens/index.php?id01=907&lay=rac

Outros:
_______________, Diário Oficial da União. Brasília: Imprensa Oficial, 07 de junho de 2005.